terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
enquanto não há passarinhos!
Além de promover o que de melhor de se faz no campo a nível mundial, através de exposições organizadas pelo laboratório, a formação de novos profissionais é um dos objetivos da instituição.
“Temos poucos ilustradores, mas os poucos que temos são bons”, diz ao SAPO Fernando Correia, docente da UA, biólogo e ilustrador científico.
“As pessoas que trabalham nisso a tempo inteiro em Portugal conseguem ir lá fora, em países com mais tradição, e conseguem arrebatar prémios”, refere o biólogo que faz ilustrações para a revista National Geographic.
A ilustração científica está a ganhar “cada vez mais projeção no nosso país” mas não é um fenómeno novo, muito pelo contrário. “É algo que já existe desde a época dos Descobrimentos”, lembra Fernando Correia, afirmando que os portugueses foram responsáveis por “trazer a ilustração científica ao mundo” através dos desenhos sobre os novos territórios descobertos pelos navegadores.
“Até há bem pouco as pessoas pensavam que a ilustração científica só vivia nos manuais” mas “hoje em dia conseguimos observá-la nos mais variados suportes”, por exemplo, na internet, em folhetos de divulgação e revistas, diz o biólogo.
Da zoologia à tinta-da-china
Para ser um ilustrador científico é preciso saber desenhar mas não só; afinal, trata-se de uma “ciência com arte e uma arte com ciência também”, sublinha Fernando Correia.
É preciso conhecer áreas científicas como a botânica, a zoologia, a arqueologia e a paleontologia. Além de dominar técnicas de desenho com os mais diversos materiais e suportes, das aguarelas à tinta-da-china, passando pelo tradicional lápis.
E são estas linguagens que os alunos aprendem na pós-graduação em ilustração científica da UA para no fim, “com alguma sorte”, até “conseguir viver disso”. É o que diz ao SAPO Cláudia Barrocas, uma licenciada em genética que decidiu especializar-se em ilustração científica movida pela paixão pelo desenho.
"Não há outra maneira de representar certas coisas da ciência que não seja através da arte, é uma forma de expressão muito bonita", conclui a estudante.
Ilustração científica Ciência com arte e arte com ciência
Editado por
APGVN
Sexta-feira, Fevereiro 17, 2012
De animais a plantas, passando por fósseis e espécies extintas,
comunicar um objeto científico através das imagens é o propósito
primordial da ilustração científica, um campo ainda pouco explorado em
Portugal.
A Universidade de Aveiro (UA) tem dado cartas nesta área de
especialização. No mês passado, inaugurou o Laboratório de Ilustração
Científica, desde o início do ano letivo tem uma pós-graduação sobre o
assunto e em breve vai ter um mestrado.Além de promover o que de melhor de se faz no campo a nível mundial, através de exposições organizadas pelo laboratório, a formação de novos profissionais é um dos objetivos da instituição.
“Temos poucos ilustradores, mas os poucos que temos são bons”, diz ao SAPO Fernando Correia, docente da UA, biólogo e ilustrador científico.
“As pessoas que trabalham nisso a tempo inteiro em Portugal conseguem ir lá fora, em países com mais tradição, e conseguem arrebatar prémios”, refere o biólogo que faz ilustrações para a revista National Geographic.
A ilustração científica está a ganhar “cada vez mais projeção no nosso país” mas não é um fenómeno novo, muito pelo contrário. “É algo que já existe desde a época dos Descobrimentos”, lembra Fernando Correia, afirmando que os portugueses foram responsáveis por “trazer a ilustração científica ao mundo” através dos desenhos sobre os novos territórios descobertos pelos navegadores.
“Até há bem pouco as pessoas pensavam que a ilustração científica só vivia nos manuais” mas “hoje em dia conseguimos observá-la nos mais variados suportes”, por exemplo, na internet, em folhetos de divulgação e revistas, diz o biólogo.
Da zoologia à tinta-da-china
Para ser um ilustrador científico é preciso saber desenhar mas não só; afinal, trata-se de uma “ciência com arte e uma arte com ciência também”, sublinha Fernando Correia.
É preciso conhecer áreas científicas como a botânica, a zoologia, a arqueologia e a paleontologia. Além de dominar técnicas de desenho com os mais diversos materiais e suportes, das aguarelas à tinta-da-china, passando pelo tradicional lápis.
E são estas linguagens que os alunos aprendem na pós-graduação em ilustração científica da UA para no fim, “com alguma sorte”, até “conseguir viver disso”. É o que diz ao SAPO Cláudia Barrocas, uma licenciada em genética que decidiu especializar-se em ilustração científica movida pela paixão pelo desenho.
"Não há outra maneira de representar certas coisas da ciência que não seja através da arte, é uma forma de expressão muito bonita", conclui a estudante.
Fonte: Alice Barcellos
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Já separei os meus casais reprodutores de periquitos ingleses.
Tal como tenho feito nos anos anteriores irão criar em colónia. Sei que este tipo de criação tem prós e contras. Como não me tenho dado mal continuo com o mesmo método.
Também já seleccionei o meu casal de caturras (para já são 3 para ver qual das fêmeas se "enamora")
Estes são os meus negrigénis reprodutores para 2012 (falta, nesta fotografia, uma fêmea azul que já está no ninho)
E finalmente os meus red rumped que ainda não coloquei nas gaiolas de reprodução porque as estou a acabar, A experiência de criar com os dois casais juntos não deu grande resultado ,,, bem me avisou o meu amigo Pedro Duarte!
E agora é cuidar bem deles...que eles não me deixarão ficar mal!
Sempre fui um incondicional fã das aves.
Gosto particularmente dos psitacídeos de pequeno e médio porte.
Mas não deixo de gostar de outras raridades. Encontrei mais esta
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
domingo, 18 de dezembro de 2011
sábado, 12 de março de 2011
sábado, 30 de outubro de 2010
EXPO AVE 2010
Os premiados:
I 12 Normais série Verdes/Azuis Factor escuro 1º Classificado - 89 pontos | J 80 Azul e Cobalto 1º Classificado - 89 pontos |
| Classe | Gaiola | Anilha | Pontuação | Classificação |
| I 4 NORMAIS AZUL CELESTE | 2831 | 88 | ||
| I 12 NORMAIS SÉRIE VERDE OU AZUL COM FACTOR ESCURO | 3556 | 89 | 1º | |
| I 30 DILUÍDOS (AMARELOS OU BRANCOS) E ASAS-CINZENTAS | 1386 | 88 | ||
| I 30 DILUÍDOS (AMARELOS OU BRANCOS) E ASAS-CINZENTAS | 3795 | 87 | ||
| J 70 VERDE E VERDE ESCURO | 560 | AUSENTE | ||
| J 70 VERDE E VERDE ESCURO | 898 | AUSENTE | ||
| J 70 VERDE E VERDE ESCURO | 2262 | 87 | ||
| J 72 VERDES DUPLO-FACTOR | 248 | 87 | ||
| J 80AZUL E COBALTO | 1453 | 89 | 1º | |
| J 80 AZUL E COBALTO | 2515 | AUSENTE |
domingo, 24 de outubro de 2010
Novidades (4)
Voltei a concorrer:
4 periquitos ingleses
6 nigrigenis
Vamos ver o que dá ... para já a alegria de ter participado!
Novidades (3)
Também adquiri dois novos reprodutores de Periquitos Ingleses.
Um Arlequim amarelo e verde e um Cinzento de face branca,

Um Arlequim amarelo e verde e um Cinzento de face branca,
Novidades (2)
E como a minha kakariqui estava viúva há mais de meio ano, decidi arranjar-lhe um novo companheiro. Vamos esperar que desta vez resulte...
Novidades
Estou a terminar este ano de produção e a preparar o próximo.
Como não tive qualquer filhote de Red Rumped com o casal que adquiri no ano passado, decidi comprar mais dois casais.
Como não tive qualquer filhote de Red Rumped com o casal que adquiri no ano passado, decidi comprar mais dois casais.
domingo, 9 de maio de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
Novas ... do meu aviário
Passei hoje os primeiros juvenis de periquitos ingleses para o voadouro de criação (as fotos estão na página deles). Os ninhos já estão de novo com recém-nascidos.
Nos ninhos de nigrigenis há duas ninhadas novas, uma delas já com juvenis a sair do ninho e um casal a iniciar as suas actividades nupciais.
As caturras estão a terminar o acompanhamento desta ninhada.
Os red rumped's é que não há meio de se decidirem ...
Nos ninhos de nigrigenis há duas ninhadas novas, uma delas já com juvenis a sair do ninho e um casal a iniciar as suas actividades nupciais.
As caturras estão a terminar o acompanhamento desta ninhada.
Os red rumped's é que não há meio de se decidirem ...
quarta-feira, 7 de abril de 2010
telhado novo ...
Enquanto não há "tempo" para um telheiro definitivo, substitui-se o plástico, mesmo em dia de algum vento ...
Os "artistas" são sempre os mesmos ....
Os "artistas" são sempre os mesmos ....
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Pelos ninhos ...
A reprodução dos Periquitos Ingleses e dos Negrigenisvai de vento em popa ...aqui ficam alguma imagens:
Uma visita....
Este "amigo" veio visitar-me hoje de tarde. Espero que não volte muitas vezes ou terei que reforçar as redes ...
SOBRE O AÇOR
Nome científico: Accipiter gentilis
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Ciconiiformes
Família: Accipitridae
Género: Accipiter
Espécie: A. gentilis
Distribuição
O açor habita um pouco por toda a Europa, desde a costa ocidental até à Turquia, aparecendo ainda com alguma frequência no norte de África, em Marrocos.
Em Portugal, pode ser avistado em todo o território, embora na região a sul do rio Mondego o seu avistamento comece a ser mais raro. No entanto, não existe no Arquipélago dos Açores, ilhas a que deu o nome.
Aquando do descobrimento destas ilhas, no meio do Oceano Atlântico, os marinheiros ficaram surpreendidos com a quantidade de aves de rapina que aí encontraram, e daí a baptizarem o grupo de nove ilhas com o nome desta ave foi um passo.
Alimentação
A alimentação dos açores é feita com base em outras aves mais pequenas, geralmente pombos, rolas ou estorninhos que apanha no ar, em pleno voo.
Tamanho
Os açores atingem cerca de 50 a 60 cm e a sua envergadura atinge os 115 cm.
Reprodução
Os ninhos desta espécie são feitos em cima de árvores altas, que permitam uma certa segurança. Feito o ninho, a fêmea deposita entre 2 e 4 ovos.
in http://bicharada.net/animais/animais.php?aid=204
| Açor Foto original (564x652) Wallpaper | Postal |
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Ciconiiformes
Família: Accipitridae
Género: Accipiter
Espécie: A. gentilis
Distribuição
O açor habita um pouco por toda a Europa, desde a costa ocidental até à Turquia, aparecendo ainda com alguma frequência no norte de África, em Marrocos.
Em Portugal, pode ser avistado em todo o território, embora na região a sul do rio Mondego o seu avistamento comece a ser mais raro. No entanto, não existe no Arquipélago dos Açores, ilhas a que deu o nome.
Aquando do descobrimento destas ilhas, no meio do Oceano Atlântico, os marinheiros ficaram surpreendidos com a quantidade de aves de rapina que aí encontraram, e daí a baptizarem o grupo de nove ilhas com o nome desta ave foi um passo.
Alimentação
A alimentação dos açores é feita com base em outras aves mais pequenas, geralmente pombos, rolas ou estorninhos que apanha no ar, em pleno voo.
Tamanho
Os açores atingem cerca de 50 a 60 cm e a sua envergadura atinge os 115 cm.
Reprodução
Os ninhos desta espécie são feitos em cima de árvores altas, que permitam uma certa segurança. Feito o ninho, a fêmea deposita entre 2 e 4 ovos.
in http://bicharada.net/animais/animais.php?aid=204
sábado, 30 de janeiro de 2010
Periquitos para venda ...
Tenho para venda estas aves e outras com as mesmas características. São todas de 2009 e anilhados. Nasceram e foram criados em ambiente aberto (sol, chuva e frio), pelo que estão habituados a qualquer condição de alojamento. Vendo casais ou aves separadas.
No voador
Alguns exemplares:
verdes
Azuis
Diluídos
No voador
Alguns exemplares:
verdes
Azuis
Diluídos
sábado, 23 de janeiro de 2010
A primeira ninhada de 2010
Nem tudo são tristezas... desapareceu um casal de Kakarikis (?) e uma das catarinas(?). Morreu o Kakariki mais antigo do aviário ... sem deixar descendência!
Mas num dos ninhos dos negrigenis há cinco filhotes. Anilhei hoje quatro.O último é ainda pequenino. Para a semana.
E pelo andar das coisas em breve haverá também periquitos ingleses!
Também coloquei o meu casal de red rumpeds a criar. Vamos ver se além dos periquitos, das caturras e dos negrigenis haverá mais crias.
Mas num dos ninhos dos negrigenis há cinco filhotes. Anilhei hoje quatro.O último é ainda pequenino. Para a semana.
E pelo andar das coisas em breve haverá também periquitos ingleses!
Também coloquei o meu casal de red rumpeds a criar. Vamos ver se além dos periquitos, das caturras e dos negrigenis haverá mais crias.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Finalmente ...
Finalmente o meu primeiro periquito anilhado com o meu STAM.
Para o ano já posso ir às exposições ...
Para o ano já posso ir às exposições ...
domingo, 13 de setembro de 2009
Coisas de fim de verão
Está quase na hora de retirar os ninhos por uns tempos, mas é preciso dar tempo, aos que ainda os habitam, para crescerem ...

terça-feira, 25 de agosto de 2009
sábado, 22 de agosto de 2009
Uns partem ... outros nascem
Comprara-o na feira de Domingo, em Santa Clara, a um individuo estrangeiro ...
Deixou excelentes filhotes, numa linhagem que vou manter, por considerar bonita, mas também em sua memória. Era afável e brincalhão e não tinha medo das pessoas...
Entretanto, os ninhos habituais - periquitos e caturras - estão com ninhadas ... em breve trarei aqui algumas fotografias ....
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Estónia 3
E as férias estão a acabar!
Este fim de semana estive em Pärnu, considerada a jóia balnear deste lado do planeta. Não encontrei aves diferentes, mas pelo caminho lá encontrei 3 ou 4 casais de cegonhas... também seria difícil ver mais, há quantidade de grávidas e crianças pequenas com que cruzo todos os dias, não será fácil ver mais pois as viagens Tallinn-Paris-Tallinn devem dar muito que fazer a estas aves ... eheheheh.
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