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terça-feira, 26 de junho de 2012

quando se comenta que a Austrália viu desaparecer, no seu território, mais seis espécies de aves aqui fica esta bela reportagem da fauna deste continente!

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As espécies declaradas extintas incluem o Zosterops albogularis, e mais quatro subespécies: Amytornis textilis), Melanodryas cucullata M. melvillensis, Neochmia ruficauda ruficauda), e também uma variedade de codorna conhecida cientificamente como Cinclosoma punctatum.

domingo, 13 de maio de 2012


Os meus Red Rumped vão crescendo ...

domingo, 29 de abril de 2012

COISAS DE FIM DE SEMANA

Uma voltinha pelos ninhos

uma ninhada de ingleses quase a sair do ninho


uma mãe carinhosa numa nova ninhada de ingleses (4)

os mais velhos "escondem" os mais novos!
não tarda nada está fora ninho
o do poleiro mais alto é o primeiro deste ano
estes red rumped foram anilhados hoje
e por hoje é tudo. Ah, no separador da Nossa Quinta há novas fotos.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

... finalmente uma ninhada de periquitos ingleses
o primeiro nigrigénis vai ganhando plumagem


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segunda-feira, 19 de março de 2012

Há fotografias que dispensam qualquer comentário!...

http://v6.cache6.c.bigcache.googleapis.com/static.panoramio.com/photos/original/37260917.jpg?redirect_counter=2

Nigrigénis à vista!

Este é o primeiro nigrigénis deste ano (mais uma ninhada de 1!!!)
Nesta ninhada pode ser que venham a sejam mais ...

domingo, 18 de março de 2012

Há quem não acredite no amor!


sábado, 17 de março de 2012




Mais uma ninhada só de um?! ....


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Esta semana vendi o resto da minha criação de 2011 e decidi investir algum do dinheiro recebido. Voltei a comprar Catarinas (Bolborhynchus lineola). Vamos ver se desta vez temos crias ... bem antes de mais esperemos que sejam dois casais!

sexta-feira, 2 de março de 2012

Eis a primeira cria de periquito inglês desta safra. Uma ninhada com apenas um passarinho pode não ser muito animador, mas como eles vivem ao "ar livre", com o frio que tem estado nem esperava nada para já.

timidez de novato
primeiro passeio


terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Mas estas foram a minha primeira paixão



Estas aves são na verdade espectaculares ....
enquanto não há passarinhos!

Ilustração científica Ciência com arte e arte com ciência

    De animais a plantas, passando por fósseis e espécies extintas, comunicar um objeto científico através das imagens é o propósito primordial da ilustração científica, um campo ainda pouco explorado em Portugal.
A Universidade de Aveiro (UA) tem dado cartas nesta área de especialização. No mês passado, inaugurou o Laboratório de Ilustração Científica, desde o início do ano letivo tem uma pós-graduação sobre o assunto e em breve vai ter um mestrado.
Além de promover o que de melhor de se faz no campo a nível mundial, através de exposições organizadas pelo laboratório, a formação de novos profissionais é um dos objetivos da instituição.
“Temos poucos ilustradores, mas os poucos que temos são bons”, diz ao SAPO Fernando Correia, docente da UA, biólogo e ilustrador científico.
“As pessoas que trabalham nisso a tempo inteiro em Portugal conseguem ir lá fora, em países com mais tradição, e conseguem arrebatar prémios”, refere o biólogo que faz ilustrações para a revista National Geographic.
A ilustração científica está a ganhar “cada vez mais projeção no nosso país” mas não é um fenómeno novo, muito pelo contrário. “É algo que já existe desde a época dos Descobrimentos”, lembra Fernando Correia, afirmando que os portugueses foram responsáveis por “trazer a ilustração científica ao mundo” através dos desenhos sobre os novos territórios descobertos pelos navegadores.
“Até há bem pouco as pessoas pensavam que a ilustração científica só vivia nos manuais” mas “hoje em dia conseguimos observá-la nos mais variados suportes”, por exemplo, na internet, em folhetos de divulgação e revistas, diz o biólogo.

Da zoologia à tinta-da-china

Para ser um ilustrador científico é preciso saber desenhar mas não só; afinal, trata-se de uma “ciência com arte e uma arte com ciência também”, sublinha Fernando Correia.
É preciso conhecer áreas científicas como a botânica, a zoologia, a arqueologia e a paleontologia. Além de dominar técnicas de desenho com os mais diversos materiais e suportes, das aguarelas à tinta-da-china, passando pelo tradicional lápis.
E são estas linguagens que os alunos aprendem na pós-graduação em ilustração científica da UA para no fim, “com alguma sorte”, até “conseguir viver disso”. É o que diz ao SAPO Cláudia Barrocas, uma licenciada em genética que decidiu especializar-se em ilustração científica movida pela paixão pelo desenho.
"Não há outra maneira de representar certas coisas da ciência que não seja através da arte, é uma forma de expressão muito bonita", conclui a estudante.
 

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Já separei os meus casais reprodutores de periquitos ingleses.
Tal como tenho feito nos anos anteriores irão criar em colónia. Sei que este tipo de criação tem prós e contras. Como não me tenho dado mal continuo com o mesmo método.


Também já seleccionei  o meu casal de caturras (para já são 3 para ver qual das fêmeas se "enamora")


 Estes são os meus negrigénis reprodutores para 2012 (falta, nesta fotografia, uma fêmea azul que já está no ninho)


E finalmente os meus red rumped que ainda não coloquei nas gaiolas de reprodução porque as estou a acabar, A experiência de criar com os dois casais juntos não deu grande resultado ,,, bem me avisou o meu amigo Pedro Duarte!






E agora é cuidar bem deles...que eles não me deixarão ficar mal!

Sempre fui um incondicional fã das aves.
Gosto particularmente dos psitacídeos de pequeno e médio porte.
Mas não deixo de gostar de outras raridades. Encontrei mais esta