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sexta-feira, 27 de março de 2015

E como o prometido é devido aqui fica uma visão geral do que consegui para o alojamento das minhas aves. Se se portarem bem prometi-lhes uma coisa mais asseada no futuro!



domingo, 1 de março de 2015

Esta é a minha mais recente aquisição. Veio de Coimbra, do aviário do Luis Miguel. Agora tenho de lhe arranjar companhia....

sábado, 31 de janeiro de 2015

Ontem tinha dito a um criador amigo que este fim de semana deveria começar a nascer a primeira ninhada de ingleses, mas que estava bastante sético por causa do mau tempo. Hoje quando fui verificar deparei-me com a fêmea fora do ninho: o primeiro nascido estava morto e os ovos gelados. Começa mal ... esperemos que acabe bem!

domingo, 7 de dezembro de 2014

Penso que agora e por agora, três casais são um bom começo!
Aqui ficam os que adquiri hoje:



terça-feira, 18 de novembro de 2014

Depois de mil e uma peripécias, aves desaparecidas, novas compras, novas gaiolas, eis que estou a tentar restabelecer um minimo de casais em criação para dar continuidade à minha antiga paixão pelos periquitos ingleses. Hoje adquiri esta fêmea para juntar ao macho que ficou viúvo há dias, culpa da minha insistência em manter mais de uma casal por gaiola. Disputas pelo mesmo ninho, quando havia mais dois... coisas de fêmeas....

                                                

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Este verão fora de tempo, ou o lugar mais sossegado onde os coloquei (espero em breve terminar "as obras" para trazer aqui algumas ilustrações), e uma das fêmeas de periquito inglês já nada a pôr ovos. Vamos ver no que dá! Tenho saudades...

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Aos poucos tenta-se voltar à actividade... casal adquirido este fim de semana




terça-feira, 4 de março de 2014

Um carnaval diferente...



domingo, 16 de fevereiro de 2014

A página da Quinta foi actualizada hoje com novas fotografias....

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Enquanto não há novidades dos meus passarinhos deixo algumas noticias da minha quinta.
Se tem curiosidade... clique na ligação ao lado!

terça-feira, 26 de junho de 2012

quando se comenta que a Austrália viu desaparecer, no seu território, mais seis espécies de aves aqui fica esta bela reportagem da fauna deste continente!

 
  


As espécies declaradas extintas incluem o Zosterops albogularis, e mais quatro subespécies: Amytornis textilis), Melanodryas cucullata M. melvillensis, Neochmia ruficauda ruficauda), e também uma variedade de codorna conhecida cientificamente como Cinclosoma punctatum.

domingo, 13 de maio de 2012


Os meus Red Rumped vão crescendo ...

domingo, 29 de abril de 2012

COISAS DE FIM DE SEMANA

Uma voltinha pelos ninhos

uma ninhada de ingleses quase a sair do ninho


uma mãe carinhosa numa nova ninhada de ingleses (4)

os mais velhos "escondem" os mais novos!
não tarda nada está fora ninho
o do poleiro mais alto é o primeiro deste ano
estes red rumped foram anilhados hoje
e por hoje é tudo. Ah, no separador da Nossa Quinta há novas fotos.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

... finalmente uma ninhada de periquitos ingleses
o primeiro nigrigénis vai ganhando plumagem



segunda-feira, 19 de março de 2012

Há fotografias que dispensam qualquer comentário!...

http://v6.cache6.c.bigcache.googleapis.com/static.panoramio.com/photos/original/37260917.jpg?redirect_counter=2

Nigrigénis à vista!

Este é o primeiro nigrigénis deste ano (mais uma ninhada de 1!!!)
Nesta ninhada pode ser que venham a sejam mais ...

domingo, 18 de março de 2012

Há quem não acredite no amor!


sábado, 17 de março de 2012




Mais uma ninhada só de um?! ....


Esta semana vendi o resto da minha criação de 2011 e decidi investir algum do dinheiro recebido. Voltei a comprar Catarinas (Bolborhynchus lineola). Vamos ver se desta vez temos crias ... bem antes de mais esperemos que sejam dois casais!

sexta-feira, 2 de março de 2012

Eis a primeira cria de periquito inglês desta safra. Uma ninhada com apenas um passarinho pode não ser muito animador, mas como eles vivem ao "ar livre", com o frio que tem estado nem esperava nada para já.

timidez de novato
primeiro passeio


terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Mas estas foram a minha primeira paixão



Estas aves são na verdade espectaculares ....
enquanto não há passarinhos!

Ilustração científica Ciência com arte e arte com ciência

    De animais a plantas, passando por fósseis e espécies extintas, comunicar um objeto científico através das imagens é o propósito primordial da ilustração científica, um campo ainda pouco explorado em Portugal.
A Universidade de Aveiro (UA) tem dado cartas nesta área de especialização. No mês passado, inaugurou o Laboratório de Ilustração Científica, desde o início do ano letivo tem uma pós-graduação sobre o assunto e em breve vai ter um mestrado.
Além de promover o que de melhor de se faz no campo a nível mundial, através de exposições organizadas pelo laboratório, a formação de novos profissionais é um dos objetivos da instituição.
“Temos poucos ilustradores, mas os poucos que temos são bons”, diz ao SAPO Fernando Correia, docente da UA, biólogo e ilustrador científico.
“As pessoas que trabalham nisso a tempo inteiro em Portugal conseguem ir lá fora, em países com mais tradição, e conseguem arrebatar prémios”, refere o biólogo que faz ilustrações para a revista National Geographic.
A ilustração científica está a ganhar “cada vez mais projeção no nosso país” mas não é um fenómeno novo, muito pelo contrário. “É algo que já existe desde a época dos Descobrimentos”, lembra Fernando Correia, afirmando que os portugueses foram responsáveis por “trazer a ilustração científica ao mundo” através dos desenhos sobre os novos territórios descobertos pelos navegadores.
“Até há bem pouco as pessoas pensavam que a ilustração científica só vivia nos manuais” mas “hoje em dia conseguimos observá-la nos mais variados suportes”, por exemplo, na internet, em folhetos de divulgação e revistas, diz o biólogo.

Da zoologia à tinta-da-china

Para ser um ilustrador científico é preciso saber desenhar mas não só; afinal, trata-se de uma “ciência com arte e uma arte com ciência também”, sublinha Fernando Correia.
É preciso conhecer áreas científicas como a botânica, a zoologia, a arqueologia e a paleontologia. Além de dominar técnicas de desenho com os mais diversos materiais e suportes, das aguarelas à tinta-da-china, passando pelo tradicional lápis.
E são estas linguagens que os alunos aprendem na pós-graduação em ilustração científica da UA para no fim, “com alguma sorte”, até “conseguir viver disso”. É o que diz ao SAPO Cláudia Barrocas, uma licenciada em genética que decidiu especializar-se em ilustração científica movida pela paixão pelo desenho.
"Não há outra maneira de representar certas coisas da ciência que não seja através da arte, é uma forma de expressão muito bonita", conclui a estudante.