E como o prometido é devido aqui fica uma visão geral do que consegui para o alojamento das minhas aves. Se se portarem bem prometi-lhes uma coisa mais asseada no futuro!
domingo, 1 de março de 2015
sábado, 31 de janeiro de 2015
Ontem tinha dito a um criador amigo que este fim de semana deveria começar a nascer a primeira ninhada de ingleses, mas que estava bastante sético por causa do mau tempo. Hoje quando fui verificar deparei-me com a fêmea fora do ninho: o primeiro nascido estava morto e os ovos gelados. Começa mal ... esperemos que acabe bem!
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Depois de mil e uma peripécias, aves desaparecidas, novas compras, novas gaiolas, eis que estou a tentar restabelecer um minimo de casais em criação para dar continuidade à minha antiga paixão pelos periquitos ingleses. Hoje adquiri esta fêmea para juntar ao macho que ficou viúvo há dias, culpa da minha insistência em manter mais de uma casal por gaiola. Disputas pelo mesmo ninho, quando havia mais dois... coisas de fêmeas....
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
terça-feira, 4 de março de 2014
domingo, 2 de fevereiro de 2014
terça-feira, 26 de junho de 2012
quando se comenta que a Austrália viu desaparecer, no seu território, mais seis espécies de aves aqui fica esta bela reportagem da fauna deste continente!
As espécies declaradas extintas incluem o Zosterops albogularis, e
mais quatro subespécies: Amytornis textilis), Melanodryas cucullata M.
melvillensis, Neochmia ruficauda ruficauda), e também uma variedade de
codorna conhecida cientificamente como Cinclosoma punctatum.
domingo, 29 de abril de 2012
COISAS DE FIM DE SEMANA
Uma voltinha pelos ninhos
e por hoje é tudo. Ah, no separador da Nossa Quinta há novas fotos.
| uma ninhada de ingleses quase a sair do ninho |
| uma mãe carinhosa numa nova ninhada de ingleses (4) |
| os mais velhos "escondem" os mais novos! |
| não tarda nada está fora ninho |
| o do poleiro mais alto é o primeiro deste ano |
| estes red rumped foram anilhados hoje |
segunda-feira, 19 de março de 2012
domingo, 18 de março de 2012
sábado, 17 de março de 2012
sexta-feira, 2 de março de 2012
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
enquanto não há passarinhos!
Além de promover o que de melhor de se faz no campo a nível mundial, através de exposições organizadas pelo laboratório, a formação de novos profissionais é um dos objetivos da instituição.
“Temos poucos ilustradores, mas os poucos que temos são bons”, diz ao SAPO Fernando Correia, docente da UA, biólogo e ilustrador científico.
“As pessoas que trabalham nisso a tempo inteiro em Portugal conseguem ir lá fora, em países com mais tradição, e conseguem arrebatar prémios”, refere o biólogo que faz ilustrações para a revista National Geographic.
A ilustração científica está a ganhar “cada vez mais projeção no nosso país” mas não é um fenómeno novo, muito pelo contrário. “É algo que já existe desde a época dos Descobrimentos”, lembra Fernando Correia, afirmando que os portugueses foram responsáveis por “trazer a ilustração científica ao mundo” através dos desenhos sobre os novos territórios descobertos pelos navegadores.
“Até há bem pouco as pessoas pensavam que a ilustração científica só vivia nos manuais” mas “hoje em dia conseguimos observá-la nos mais variados suportes”, por exemplo, na internet, em folhetos de divulgação e revistas, diz o biólogo.
Da zoologia à tinta-da-china
Para ser um ilustrador científico é preciso saber desenhar mas não só; afinal, trata-se de uma “ciência com arte e uma arte com ciência também”, sublinha Fernando Correia.
É preciso conhecer áreas científicas como a botânica, a zoologia, a arqueologia e a paleontologia. Além de dominar técnicas de desenho com os mais diversos materiais e suportes, das aguarelas à tinta-da-china, passando pelo tradicional lápis.
E são estas linguagens que os alunos aprendem na pós-graduação em ilustração científica da UA para no fim, “com alguma sorte”, até “conseguir viver disso”. É o que diz ao SAPO Cláudia Barrocas, uma licenciada em genética que decidiu especializar-se em ilustração científica movida pela paixão pelo desenho.
"Não há outra maneira de representar certas coisas da ciência que não seja através da arte, é uma forma de expressão muito bonita", conclui a estudante.
Ilustração científica Ciência com arte e arte com ciência
Editado por
APGVN
Sexta-feira, Fevereiro 17, 2012
De animais a plantas, passando por fósseis e espécies extintas,
comunicar um objeto científico através das imagens é o propósito
primordial da ilustração científica, um campo ainda pouco explorado em
Portugal.
A Universidade de Aveiro (UA) tem dado cartas nesta área de
especialização. No mês passado, inaugurou o Laboratório de Ilustração
Científica, desde o início do ano letivo tem uma pós-graduação sobre o
assunto e em breve vai ter um mestrado.Além de promover o que de melhor de se faz no campo a nível mundial, através de exposições organizadas pelo laboratório, a formação de novos profissionais é um dos objetivos da instituição.
“Temos poucos ilustradores, mas os poucos que temos são bons”, diz ao SAPO Fernando Correia, docente da UA, biólogo e ilustrador científico.
“As pessoas que trabalham nisso a tempo inteiro em Portugal conseguem ir lá fora, em países com mais tradição, e conseguem arrebatar prémios”, refere o biólogo que faz ilustrações para a revista National Geographic.
A ilustração científica está a ganhar “cada vez mais projeção no nosso país” mas não é um fenómeno novo, muito pelo contrário. “É algo que já existe desde a época dos Descobrimentos”, lembra Fernando Correia, afirmando que os portugueses foram responsáveis por “trazer a ilustração científica ao mundo” através dos desenhos sobre os novos territórios descobertos pelos navegadores.
“Até há bem pouco as pessoas pensavam que a ilustração científica só vivia nos manuais” mas “hoje em dia conseguimos observá-la nos mais variados suportes”, por exemplo, na internet, em folhetos de divulgação e revistas, diz o biólogo.
Da zoologia à tinta-da-china
Para ser um ilustrador científico é preciso saber desenhar mas não só; afinal, trata-se de uma “ciência com arte e uma arte com ciência também”, sublinha Fernando Correia.
É preciso conhecer áreas científicas como a botânica, a zoologia, a arqueologia e a paleontologia. Além de dominar técnicas de desenho com os mais diversos materiais e suportes, das aguarelas à tinta-da-china, passando pelo tradicional lápis.
E são estas linguagens que os alunos aprendem na pós-graduação em ilustração científica da UA para no fim, “com alguma sorte”, até “conseguir viver disso”. É o que diz ao SAPO Cláudia Barrocas, uma licenciada em genética que decidiu especializar-se em ilustração científica movida pela paixão pelo desenho.
"Não há outra maneira de representar certas coisas da ciência que não seja através da arte, é uma forma de expressão muito bonita", conclui a estudante.
Fonte: Alice Barcellos
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